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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Beladona


 Então rapaziada, negócio é o seguinte: A partir de Dezembro vou começar uma série on line com a Ana Recalde. Uma série de terror que vai completar o quadro de HQs do site PETISCO!
Vou falar como e porque entrei nessa aventura, e depois falar do processo de produção do pôster teaser.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Mesa e Fanzines na Rio Comicon 2011


Pois bem, mais um fim de ano, mais uma Comicon, e principalmente: Mais quadrinhos!

Esse ano o evento vai estar mágico, e enorme, prometendo barrar fácil o do ano passado. Em minhas visitas ao local, pude perceber que em relação à estrutura, está tudo muito mais MEGA, apesar de manter a identidade visual (que é ótima).

segunda-feira, 28 de março de 2011

Fabricartoon


Aí, essa é pra fazer barulho!

Além das aulas no Senac, a partir do dia 1º de Abril começo a aplicar aulas de Histórias em Quadrinhos na Fabricartoon, um espaço/escola de desenho recém inaugurado na região oceânica de Niterói (Piratininga).

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Tico Tequila & The Drunker


E aê, rapaziada! Bem, eu ando envolvido com alguns projetos que por enquanto não sabe postar aqui (e que não são de quadrinhos), mas essa semana retomo minhas atividades visando o 1º Prêmio Barba Negra Rio Comicon. Além disso devo ter novidades quanto à continuidade do meu trabalho com o Brenno pro Vasco da Gama (a entrevista que a gente deu semana passada em São Januário estará no site oficial em breve). Entre outro projetos de quadrinhos que só devo pegar mesmo depois que voltar do curso de férias da Quanta, em São Paulo.

Mas hoje to aqui pra falar sobre uma página que fiz semana passada em homenagem ao primeiro aniversário dos proféticos do Rafael Marçal (@RafaelMarcal). É uma cara que eu já conheço de um bom tempo, quando jogava RPG de super-heróis no orkut. eu era o Aranha e ele o Gambit xP

Então, como o personagem que mais curto dos proféticos é o Tico Tequila (porqueserá?) fiz um crossover dele com o The Drunker!
Putz, você não conhece o The Drunker? Porque ainda não tem sua Saidêra? Então, 3 merréu só! Trago novidades em breve sobre como conseguir uma Saidêra, mas por enquanto certo de que sempre estarei andando com ela. Em Niterói já tem na banca do seu Zé, em frente ao Plaza Shopping e numa banca de esquina na Praça do Rink. Mas virão coisas melhores em breve.

Espero que curtam. Foi bem corrido porque eu tava pegadão, e fiz direto na tablet (eu curto mesmo é ir pro pincel no papel, mas realmente não dava). O finalzinho principalmente foi beeeem corrido, porque queriamos que saísse no dia do aniversário mesmo, que era no Sábado dia 11.

Aí está, outro colorido. To tentando transitar do PB pro colorido um pouco.

Abraços!


terça-feira, 7 de dezembro de 2010

MAC - Museum of Aliens Contact


Bem, essa é uma pequena história completa que fiz para a revista PHEHA, que existe virtualmente a mais de um ano, e que teria uma versão impressa na Rio Comicon, mas infelizmente o projeto teve alguns problemas inesperados e acabou não rolando. Seria gratuita, tamanho A4 e colorida, só com quadrinhos de gente do Brasil inteiro, e essa história iria abrir.

Como não rolou, vai sair na próxima versão digital da revista que pode ser encontrada no link lá em cima. Mas estou disponibilizando aqui procês!

Sem mais delongas, espero que curtam, foi a primeira vez que colori páginas e que fiz tudo só no pincel, além das letras feitas à mão.

Agora partiu que hoje tem entrevista lá em São Januário junto com o Brenno!

Abraços!

(obviamente, clique pra ampliar xP)


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Rio Comicon - 2010



Cara, o evento foi fantástico apesar de ter alguns problemas, o que era mais do que óbvio. Um evento novo, nunca seria imune a erros, mas eu não vou chover no molhado e falar dos prós e contras gerais do evento. Para isso, você pode acessar o site dos super-gêmeos 10 pãezinhos que já fala muito bem disso.

Eu vou falar mais de como foi o evento pra mim. E foi foda!

Nos dois primeiros dias curti o evento em si: expo do Manara (espetacularmente foda), outras exposições, debates, oficina, e até mesmo algum contato com outros artistas. Consegui espaço no stand do Arafat, com o qual eu havia falado somente por telefone antes. Ele ocupou um stand com sua coleção e material e sebo, e deixou eu pôr um pouco das minhas revistas lá, e sou grato por isso, pois dessa forma estive exposto durante todo o evento, já que na quinta foi quando o evento começou de verdade pra mim, com o meu stand próprio.

Eu vendi tão bem no stand sozinho, que o Rick Goodwin me chamou pra ficar na plataforma de desenhistas na sexta, junto com os gringos!

A quinta foi incrível, com dezenas de autógrafos e muitas revistas vendidas. Um contato mais próximo com alguns quadrinistas, e vendo de longe o stand dos fodões. Só o Danilo Beyruth que eu já conhecia antes e que é um cara bem simpático eu tive acesso daquela galera (Moon, Bá, Gustavo, Grampá, Coutinho...), mas foi bem legal ver ele tirando foto de um Necronauta que o Arafat tava vendendo a 10 reais, e que ele vendia por 1! Virou raridade em uns 2 ou 3 anos :p

Na sexta eu sentei por acaso ao lado do Vitor Cafaggi, de sua irmã Lu e de toda a mulherada do Lady's Comics na palestra do Laerte, Angeli e Ota. Trocamos revistinhas, falamos um pouco, e por acaso, quando chegou meu momento na mesa da plataforma, precisava de um parceiro, e o chamei. Foi incrível como 2 horas e meia passaram como um relâmpago. Valeu a companhia cara! o/

Isso foi o início da loucura. Eu fui pruma bebedeira lá no Jardim Catarina! Fiquei até 6 e meia da manhã com o Uole virando copos, e tirei um cochilo no meu pai, acordei 12h e consegui chegar na Leopoldina 12:50. 13 horas meu stand já tava arrumado, e o Erick Carjes chegou com sua interessante Entidade para dividir o stand comigo. Eu sentei as 13, e quando levantei para uma mijada, vi que eram 17 HORAS! Porra, não parecia ter passado nem uma hora direito. Foi a experiência mais alucinante que eu já tive (mais que drogas, sério!).

O cansaço da semana simplesmente evaporava, era como se eu fosse um robô que nunca cansa, autografando e vendendo sem parar, não dava nem pra pensar direito, foi muito louco.

Fechei com o Erick de ficarmos juntos no Domingo, já que ele ficaria sozinho, e nossa parceira foi tão legal. A família dele que tava dando uma força eram todos gente boníssima, honestos e logo de cara pude confiar tranquilo. Eles me ajudaram a vender, e tenho certeza que ajudei bastante também empurrando o pessoal que comprava minhas revistas (AS MAIS BARATAS DO EVENTO) e muitos acabaram levando a dele também, e isso foi bom pros dois.

No domingo também muito agitado, quase tanto quanto no sábado, eu ultrapassei a marca dos 800 gibis vendidos, e já tava batendo papo com a maior galera.

Foi legal ver a presença de amigos queridos e da família por lá, mesmo que eu não pudesse parar e dar atenção alguma. Foi realmente uma loucura. Uma loucura deliciosa e estimulante.

O saldo é muito positivo, a troca de experiências, as boas vendas (que não cobriram nem metade dos gastos, mas foda-se), desenhar nos cadernos e informativos das pessoas, uma carícia no ego (inevitável, porém mantendo a cabeça no lugar), o convite pra Quarto Mundo (vou falar disso melhor num próximo post, mas fiquei muito feliz de ser chamado pela Ana Recalde! Valeu mesmo Aninha!) e muito mais.

Vale mencionar a programação irada da OFF Comicon, com umas festinhas regadas a cerva e quadrinistas. Minha parceria com o Diego Gerlach no retoprojetor da L'Playground foi bacana. Aliás, muito bom ele.

No finalzinho, depois da última palestra, eu assinava uma Saidêra pro Fábio Moon, que tava com um bocado de pressa "Vamo Denis, você ta fazendo o Milo Manara esperar!!" Quando terminei, falei que foi uma pena não poder conversarmos melhor durante o evento "Bem, se você seguir em frente com isso, nós vamos nos ver e conversar."

Então cara, nós vamos nos ver e conversar, porque eu vou fazer mais, e vou fazer melhor.


Guardarei com muito carinho esse evento mágico que foi a Rio Comicon. Aguardarei ansioso pelo próximo.
Mas se tudo acontecer como espero, vou estar em tudo o que acontecer no caminho, da FIQ ao CrackBangBoom.

Vida longa à Rio Comicon!

Tem muita gente interessada em produzir pra próxima, e corrigindo os compreenssíveis problemas de infra-estrutura bem apontados pelo Bá no site deles, vai ser ainda mais foda.

É tanta coisa borbulhando na minha cabeça, e é quase um crime não poder executar agora por motivos de força maior. Mas quando eu começar, bem em breve...


Abraços a todos os... Ham, acho que só eu leio isso ¬¬
Se você discorda, COMENTE!

Quase esqueço da entrevista que dei pro simpático Alex do canal Cultura da Ação!
Achei bem legal a entrevista, falei bem sobre o trabalho e sobre meu posicionamento com relação ao independente e como ele funciona para mim.
Abaixo, uma foto tirada pelo Igor Bone enquanto eu autografava na plataforma e o desenho que fiz pra ele, representando o ato imortalizado durante a copa: Vuvuzelashot!





YEAH!!

sábado, 6 de novembro de 2010

Stand e Fanzines na Rio Comicon



Bem, diante de um acontecimento como a Rio Comicon, não pude ficar parado e desde que descobri sobre o evento me comprometi a levar uma revista com meu material. Durante os 10 dias em São Paulo, amadureci a idéia pensando em diversas formas de publicação.

Uma com várias páginas? Varias com poucas? Chamar outras pessoas?
O tempo era mínimo, até me organizar com alguém...

Então, o resultado final disso tudo está a seguir:




O DIÁRIO DO ALMIRANTE (Brenno Dias e Denis Mello)
8 páginas, formato A5, R$0,50. Tiragem: 300
Apanhado com as histórias publicadas no Jornal "MeuVascão" e atualmente sendo publicadas na revista Preliminar. DEZENAS MILHARES de vascaínos já reviveram os momentos históricos do clube. Você vai ficar de fora?




Justiça 40º Especial- MARIA DA PENHA (Brenno Dias e Denis Mello)
8 páginas, formato A5, R$0,50. Tiragem: 400
O implacável Carlos Guerra, (uma espécie de Justiceiro carioca) está em busca de Kléber, um paraíba foragido acusado do assassinato de sua ex-mulher, e que atualmente repete a rotina de espancamentos e abusos pela zona norte do Rio de Janeiro.
Essa HQ já teve vez no projeto federal Usufruir da Pesca, e foi aprovada na antologia QUADRINHOS EM HISTÓRIA da editora MULTIFOCO.



PALESTINA: As Pedras do Caminho (Beth Monteiro e Denis Mello)
32 páginas, formato A5, R$2,00. Tiragem: 200
Conheça a história de Mohamed, um garoto palestino que aprende com o avô sobre a história de seu povo, até decidir que pode ajudar a melhorar a vida de seus conterrâneos de maneira pacífica e solidária. Uma história emocionante. Um final surpreendente.
Prévia da revista oficial que será lançada mês que vêm no Rio e em São Paulo, em formato A4 e com capa e páginas coloridas.



SAIDÊRA (Denis Mello)
20 páginas, formato A4, capa dupla em papel couchê, R$3,00. Tiragem: 1000
Contem histórias variadas, desde suspense, até filosofia, passando por histórias de bêbado e ainda uma homenagem a Angelo Agostini, além de caça-palavras e cruzadas etílicas. Vale muito apena adquirir um, e nem é porque é meu, mas realmente está legal e imperdível.





Além disso, a revista PHEHA impressa que estará disponível no evento conta com uma história minha intitulada "MAC: Museum of Aliens Contact". Será em formato A5, colorida.


Estarei nos dias 11 e 13 no stand 14. Fica logo ao lado de entrada, e junto com o 13 são os únicos entre a entrada e a exposição do Manara.

Bem, estou chegando com tudo o que posso na Comicon. Espero que dê tudo certo, pois suei muito e dormi pouco nas últimas semanas, dando o sangue para que esse projeto. Investi muito nesse que considero um momento tão importante na cena quadrinística carioca. Espero poder acrescentar ao evento, retribuir por tudo o que sei que conseguirei lá, pois sei que só com as palestras já terei tido um grande crescimento pessoal e profissional.


Espero poder encontrar muitos amigos, e fazer muitos outros.


Se você for no evento, me procure. Se não vai, pense duas vezes, pois ninguém que curte HQs deveria perder algo assim. Único. Épico.


Vida longa à Rio Comicon!


17º Fest Comix




Logo depois da Semana de Quadrinhos da UFRJ, fui passar um tempo em Sampa, e por coincidência estaria rolando a FestComix. Eu nem estava sabendo, acho que a divulgação não foi muito forte, mas pelo que vi, é um evento que já é muito tradicional e tem público fiel!

No primeiro dia, uma sexta-feira, estava bem tranquilo, fui às compras com um amigo, e gastei uma grana com títulos fodas que eu sempre vejo por um preço salgado.
No segundo perdi a linha. uhueheu

É simplesmente a maior feira de quadrinhos da América latina, com mais de 250.000 títulos, tudo com descontos entre 20 e 80%.

A grana que eu havia acabado de receber pelos travalhos do evento e do Festival de Inverno.. ueheuhe, não toda, mas boa parte foi gasta. Somente com material que eu inevitavelmente teria de ler uma hora ou outra, mas que sempre fui duro demais pra comprar. Aproveitei o surto e parti pra dentro como zumbi sobre carne fresca. Em resumo, vou colocar a seguir tudo o que lembro de ter adquirido:

FestComix = Falido = Clic1, Necronauta completo, Bando de Dois, Umbrella Academy, Quebra QueixoTechnorama, Mondo Urbano, Pequenos Heróis, SGT.Rock, Xampu Lovely Losers, A Liga Extraordinária 1910, HQ e Arte Sequencial do WillEisner, CASH, DemolidorAmarelo, KickAss, Superman: Dia do Juízo Final, 30 edições de 100 balas, Mesmo Delivery, Novos Deuses completo, CHE, O Gira sol e a Lua, Rolando, Meu Coração Não sei Porque, Fanzine, todas as Garagens Herméticas, Nanquim Descartável, Café Espacial, Hellblazers, Sandmans, Preachers, Corto Maltese, OqueAconteceuaohomemmaisrápidodomundo e outras coisas = Pinto no lixo

Pena que não pude ler tudo ainda, por dois motivos:
tive que deixar a maioria em São Paulo porque simplesmente não dava pra trazer no ônibus.
Depois que eu voltei entrei numa produção intensa demais, e realmente não pude parar pra ler (ou atualizar o blog)

Mas isso já é assunto pra outro post...

Aliás, do que eu li, posso dizer que não tive o menor arrependimento, e que foi uma grana muito bem gasta: Bando de Dois e Necronauta do Danilo Beyruth são simplesmente geniais! Mondo Urbano é irado e inovador, o livro didático do indescritível Eisner que já havia me inspirado tanto com suas histórias, novamente me bombardeou e fortaleceu, Fanzine dos gêmeos foi literalmente inspirador, Clic 1 que eu já havia lido, excitante no sentido literal da palavra, como sempre.
Os quadrinhos da 4Mundo eu realmente não consegui ler todos, mas só de tê-los em mãos, foi muito esclarecedor na produção das minhas revistas, e agradeço imensamente ao Cadu Simões e a todos que publicam na Garagem, Café e Nanquim.

Entre outras maravilhosas que li, e tiros certos que vou ler quando pegar em sampa, como CHE e as outras dos gêmeos.

Juntando com o que já tinha, é o início de uma bela biblioteca.
E meus Marvel em suas caixas pedem desesperadamente por naftalina...

terça-feira, 21 de setembro de 2010

100 anos sem Angelo Agostini


Esse ano rememoramos o centenário da morte de Angelo Agostini, considerado por muitos como um dos pais do quadrinhos no mundo. Italiano, veio para o Brasil ainda muito jovem e... Bem, meu resumo da história dele pode ser visto na página de HQ aí em baixo, que eu fiz uns 2 meses atrás prum trabalho de Arte no Brasil II pra faculdade:


amplie e leia!!





Para quem não sabe, Agostini é o grande homenageado da IV SEMANA DE QUADRINHOS DE UFRJ (Twitter: @semanahqdaufrj Blog: semanadequadrinhosdaufrj.blogspot.com ), o maior evento universitário de quadrinhos do Brasil, e do qual faço parte da equipe organizadora!

Demorou para eu publicar isso aqui porque o desenho tinha ficado com meu amigo no trabalho Vinicius Rucci, já que eu matei a aula em que o professor devolveu xP

Sobre o trabalho: Papel canson amarelado, lápis 6B. Procurei seguir a estética dele (com uma rápida pesquisa no google você pode descobrir bastante cobre o trabalho de Agostini), fazendo algo parecido com o que ele costuma fazer, e diferente do que eu estou acostumado. Além das ilustrações com o texto em baixo, modelo pioneiro da arte sequencial.

Espero que tenham curtido a pequena narrativa.


Dia 01 de Outubro, debate sobre os 100 anos sem Agostini na Escola de Comunicação da UFRJ! Além de homenagem a Athos Eichler Cardoso! NÃO PERCAM!



IV Semana de Quadrinhos da UFRJ bombando!!
Beijos pra minha gata e um abraço pra toda a rapaziada!
Uole, obrigado por toda a amizade e whisky! Zoeira xP

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Jornal do Vasco



Sim sim, qualquer um que me conhece mais ou menos sabe que sou tão Flamenguista que até meu aparelho é rubro-negro, mas como profissão é profissão, e eu sempre prezei pelo profissionalismo, pintou essa oportunidade e eu abracei novamente junto com o Brenno Dias (que ta de site novo, saca só: brennodias.com ).


Ele conseguiu vaga no jornal mensal "O Meu Vascão" e me chamou para desenhar. Esse jornal tem uma circulação muito boa, e eu topei na hora. Da pra encontrar me qualquer lugar do Rio, Niterói e São Gonçalo (até na banquinha chulé da praça do Bandeirantes gente!!!).


Foi muito bacana poder levar meu trabalho a tanta gente, e saber que tanta gente acompanhou, comprou ou pelo menos parou na banca só pra olhar a nossa página (que era uma das únicas coloridas do jornal, e ficava na parte de trás, ou seja, nem precisava abrir. Dar autógrafos é bem legal xP


A produção foi: esboço, desenho no papel final transferindo o esboço numa mesa de luz, finalização com pincel e bico de pena com Indian Ink e aguada de nanquim. As cores foram feitas com Copic Marker (minha primeira experiência com o material, e ficou bem bacana, gostei das possibilidades). As letras fiz no Comic Life.

Então vamos lá.


O primeiro foi esse do Juninho aí em baixo, representando seu gol na semifinal da Libertadores de 98 contra o River lá na Argentina. Gostei bastante do trabalho, e conforme foi passando, achei que foi ficando um melhor que o outro, espero que concordem.





O segundo representou o gol 1000 do Romário.




O terceiro foi o gol do Cocada em cima do Flamengo na final do Carioca de 1988 (ano em que nasci) e coloquei a mim mesmo, sofrendo na arquibancada com a maior torcida do mundo.




O quarto foi especial da Copa, e apresentou o nossa eterno capitão Bellini em seu gesto imortal de erguer a taça!




E o último é do Edmundo, que eu fiz em tempo recorde por causa do prazo muito apertado, e podem ver que ta com uma pegada bem diferente dos demais. Ele meteu 6 nesse jogo.




Bem, estou disponibilizando com diálogos aqui pra vocês (acho que só tinha feito isso no twitter, e com 2 só), no deviant eu tava publicando sem.


Beijos mil meu povo! (ueheuhe, que cara de pau, ninguém lê isso xP)
E também pra minha morena (L)
@DenisSMello



E mantenho um ritmo digno de postagem finalmente!







quarta-feira, 21 de julho de 2010

Justiça 40º - Maria da Penha



Atualizando novamente. Agora com Maria da Penha, escrito pelo Brenno Dias e desenhado/finalizado por mim!

Carlos Guerra é um personagem criado pelo Brenno, numa espécie de Justiceiro carioca. A temática é muito parecida, tragédia familiar, vida anonima e caça a bandidagem.

Nessa edição especial de 6 páginas, entítulada de Maria da Penha, ele vai a caça de um foragido do nordeste que espanca a atual esposa aqui no Rio. Após interceptar uma conversa do pai da garota e pressionar um mal elemento num boteco, ele finamente descobre aonde o cara se enfiou, e vai em seu encontro.

Essa história foi um baita teste, porque fiz logo depois daquelas ilustrações do penúltimo post, que foram meus únicos testes com aguada. Mas eu decidi usar a técnica aí, e gostei do resultado! Tive 8 dias para desenhar e finalizar as 6, foi bem corrido (eu tinha que ir pra SP, fazer o curso da Quanta), mas deu certo.

Foi desenhada para o projeto "Usufruir a Pesca", um projeto financiado pelo PRONASCI (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania) somente para quadrinistas iniciantes. Edição bacanuda, formato maior que o americano (sem régua, mas posso lhes garantir que é um palmo e meio por um inteiro xP) e papel de ótima qualidade. Chegou nas minhas mãos ontem, mas só 4 edições, e não vai ter nas bancas, só os artistas participantes. Talvez venham mais depois.
Infelizmente não tivemos tempo para fazer uma história maior, mas eu gostei do resultado, foi uma experiência bem legal.


Esse post deveria estar antes do Mandrake, já que eu fiz isso um dia antes de viajar e aquele um depois de chegar... Saudades de produzir assim, mas espero retomar o ritmo muito em breve!


Aguardem! E aguardem também novas atualizações!


terça-feira, 1 de junho de 2010

Mandrake





Bem, "A Cara do Mandrake" foi um concurso que saiu em dezembro ainda se não me engano, mas eu só fui aprontar o material as vésperas do prazo final (1 de fevereiro inicialmente), porque fui pra Sampa participar do curso de férias da Quanta. (Que foi foda, vou falar disso em outro post).

Bem, a proposta era que o vencedor iria desenhar a adaptação em quadrinhos do Mandrake, do Rubem Fonseca (e que tinha uma séria na HBO). Acontece que no fim das contas rolou um atraso de vários meses no resultado, e no final foi uma marmelada, pois sem querer desmerecer o vencedor, tinha gente bem melhor (e eu não to falando de mim, eu mesmo tava torcendo por um outro cara fodão que apareceu lá, mas tinham pelo menos dois tops ali).

Link do blog do concurso:
http://www.acaradomandrake.com.br/blog/

Os cara sinistros: Chico e meu predileto que era o Frame 01.

Eu vou te contar, tomei um porre enquanto desenhava isso, no dia seguinte quando acordei e fui terminar a 2º página e finalizar as 2, tava com uma puta crise alérgia e uma dor de cabeça colossal. O traço saiu tremido... Bem, certamente não misturo mais bebida com trabalho (mesmo um que não tenha tanta expectativa).

Mas foi legal dar essa treinada aí.

Para quem não sabe, o cara é um detetive e grande pegador, e suas histórias passam pelo que há de melhor no cenário carioca.
Podia ter feito algo melhor, mas não rolou =(
Tentei uma técnica diferente de hachuras mas não funcionou bem.

Vale a pena de uma olhada na resolução grande, e os lápis estão bem definidos.
Lá em cima uns treinos do perfil do Mandrake que fiz antes de partir pras páginas.

Fui-me!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Palestina: Processo de criação da capa.



Bem, a imagem que você ta vendo aí em cima é justamente a capa do projeto cujas páginas apresentei todas no último post (ontem), e que está pronto desde outubro.

A versão colorida aí em cima foi pintada pelo Troiano, parceiro da faculdade que ta ficando craque na pintura digital, e que já havia pintado o meu Hank Pym um tempo atrás (olhar uns 4 ou 5 posts atrás).

Mas não postei junto com as páginas ontem, porque preferi mostrar cada etapa aqui, então era melhor fazer um post destacado pra capa.

Primeiro fiz um esboço bem pequeno com uns 9 centímetros de altura, que é a imagem logo após o texto que você está lendo, nobre midgardiano. Depois disso, fiz uma rascunhão em A3, baseado nesse esbocinho, ajeitando às medidas exatas do papel final (mas esse não tinha necessidade de escanear, era bem parecido com esse pequeno aí, bem solto também).
Usei referência fotográfica passada pela Beth Monteiro, e reparem que os espaços dos textos já são inseridos no rascunho, da mesma forma que faço com os balões no thumbnail de uma página de quadrinhos.



Em seguida, pego esse A3 feito em papel de gramatura ofício, e uso na mesa de luz sob um papel de gramatura maior, desenhando com grafite leve (hb acho) as linhas gerais e o desenho em si, e depois dando um acabamento com lápis 2b. A mesquita ao fundo foi uma sugestão da Beth após ver meu esboço. Usei também referência fotográfica (óbóvio) e fiz com lapiseira 0.5.
Mas sabe o que foi mais chato? Essa malditas pedrinhas... Estavam na referência fotográfica que ela me passou, e eu inseri, afinal, o guri ta num lugar desolado, e não é o Grand Canion nos EUA, tem que dar o aspecto daquela região, então preferi não omitir ou contornar as pedrinhas, por mais chatas que fossem.
Gostei do resultado final a lápis e foi aprovado, assim sendo parti pra finalização...




Na faculdade, imprimi esse desenho a lápis no papel que eu usaria para finalizar. Imprimi na cor azul, de maneira que após finalizar sobre esse azul, eu tiraria no photoshop e ficaria somente meu nanquim na imagem digitalizada (mesmo pessoalmente o azul some a primeira vista).
Esse foi um processo que usei em TODAS as páginas, preservando assim os originais a lápis, para o caso de haver algum problema, o que devido à minha inexperiência era bem possível (e até ocorreu em uma página), evitando assim que eu tenha de refazer toda a página em caso de acidente.
Usei somente pincéis na finalização, e o fiel Indian Ink! No desenho do prédio, canetas nanquim descartáveis (a minha recarregável é 0.4, muito grossa a linha para essa ocasião, mas sempre uso pra fazer os quadrinhos nas páginas).

Depois disso passei pro Troiano fazer as cores (cara, tenho mesmo que aprender isso).




Bem, sobre a parte técnica ou de produção das cores dele já não posso falar muito (pois não entendo porra nenhuma), mas adorei o resultado. Ele soube acatar bem minhas sugestões, e realizou um ótimo trampo em cima do meu nanquim. Vejo muitos trabalhos dele, mas pessoalmente acho que no gigante e nessa capa ele mandou excepcionalmente melhor.




Espero que tenham gostado de ver um pouco do meu processo de produção, e tenham curtido novamente as cores do Héder Lima, mais conhecido como Troiano.

Podem encontrar ele aqui no blog dele (que também anda meio abandonado no momento):
http://troianocomics.blogspot.com/
Ou no deviantart (ele também migrou pra lá, até antes de mim):
http://troianocomics.deviantart.com/

Dúvidas, reclamações ou sugestões? Chame o gerente! xP


Depois do almoço continuo a atualização relampagoooouuu!!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Palestina: As Pedras do Caminho

Bom, então vamos ao trabalho...

Começando essa atualização depois de meses pelo trabalho que me fez afastar daqui por um tempo (no início, depois continuei afastado porque sou sacana mesmo).

O último post que eu havia feito inclusive foi sobre isso: "Palestina: As Pedras do Caminho", com dialogos por Beth Monteiro e adaptação e arte por mim, Denis Mello.

Foram 28 páginas e a capa. Levei cerca de 27 dias para desenhar tudo (conciliado com faculdade e outras coisas da vida), e como não desenhei todos os dias, isso significa que foi uma produção bem rápida. Claro, eu não fazia muito uso de perspectiva, o que facilitava na agilidade, apesar de deixar a desejar em outros pontos.


A finalização foi feita toda com pena e pincel, e em algumas poucas partes usei canetas (fora as bordas dos quadros, em que foram usadas sempre). Foi uma baaaaaaaaaaita experiência, pois me trouxe uma prática com esses materiais (e até mesmo com o nanquim em si) que até então eu não fazia idéia. Sério, eu nunca havia usado pena nem pincel na vida (só e somente só no Gigante), foi tudo sendo experimentado aí, e achei isso muito louco, porque foi gostoso demais descobrir, e tornar um trabalho um grande laboratório.
Nem precisa dizer que fiz tudo em A3 né?

Por questõe$ editoriais (fim de ano, férias, carnaval) o projeto só vai ter continuidade a partir de Março, mas creio que dentro de alguns meses deva ser públicado, as coisas parecem estar bem encaminhadas, apesar de paradas (terminei a arte em Outubro se não me engano).

Bom, Geralmente abro meus posts com uma imagem, mas dessa vez não fiz isso porque... POSTEI TODAS AS PÁGINAS AÍ EM BAIXO!
É isso aí... Como não vai ser um material de banca e nem estará disponível para qualquer um (circulará dentro do movimento Palestino). Também não está com dialogo, só com minha arte mesmo, então não tem problema.

A história conta a vida de Mohamed, um menino da Palestina criado pelo avô. Com uma abordagem inícial bem sútil e mastigada sobre a situação política e social do país, o avô explica para Mohamed de forma que a criança entenda, ou seja, fácil absorção pro leitor leigo no assunto.
Após essa geral que vai mais ou menos até a página 18 se bem me lembro, Mohamed está em sua juventude, estudando medicina no fundão (UFRJ), e rola uma discussão sobre o assunto já falando sobre as entifadas, numa abordagem mais madura da situação, ele resolvem criar um grupo de protesto.
Na parte final, após sua formatura, ele retorna à terra natal como médico de cruz vermelha, encontrando uma garota com a história trágica parecida com a sua (família morta pela violência insensata daquele lugar), e resolve adotá-la diante de tamanho drama, somente para morrer logo depois durante um bombardeio ao hospital, reencontrando sua avô num outor plano ou sonho após o desabamento de escombros sobre ele.

É triste o final, mas eu sinceramente gostei... É muito difícil encontrar alguém por lá com final feliz, logo...

Lembrando que a publicação será em formato americano, em preto e branco mesmo.


Sinceramente, pra um primeiro trabalho, e para alguém que começou a investir nisso só de 2006 para cá (no caso, esse trabalho foi de 2009), acho que foi uma boa evolução, mas claro que ainda tenho muito o que aprender, e quando olho algumas coisas nesse trabalho já fico imaginando várias maneiras melhores de resolver certos problemas.

Esse olhar é muito importante e enfim... Vou parar de enrrolar porque tem bastante coisa procês verem!

Fui-me! Até daqui 20 minutos no meu próximo post da atualização relâmpago!


Na verdade minha irmã vai ficar no pc um pouco heuheuehuehe mas mais tarde posto mais